Triste surpresa na <i>Aljubal</i>
Os 21 ex-trabalhadores da empresa de faianças Aljubal, em Alcobaça, encerrada em 2000, nem queriam acreditar quando, em vésperas de Natal, foram notificados pela Segurança Social, tutelada pelo Governo PS, para devolverem, no prazo de dez dias, as indemnizações que receberam por motivo de falência da fábrica, depois de terem esperado sete anos pelas compensações.
No dia 8, a União dos Sindicatos do Distrito de Leiria contestou a decisão por considerar não haver fundamento para a devolução e aconselhou os ex-trabalhadores a não o fazer, confirmou o dirigente da união sindical, José Fernando.
Também em declarações ao Avante!, o advogado da USLeiria/CGTP-IN, Carlos Guerra, confirmou que os trabalhadores foram surpreendidos pela notificação do Tribunal Judicial de Alcobaça, de dia 19 de Dezembro, em pleno período de férias judiciais, para que, no prazo de dez dias, devolvessem os 172 mil euros que receberam por motivo da falência.
Carlos Guerra afirmou que foi a tribunal consultar o processo, mas, devido às férias, só o pode fazer no último dia do prazo estabelecido.
O montante em causa resultou numa média de 15 mil euros para cada trabalhador, e é essa quantia que lhes tem valido para enfrentarem a dura situação de desemprego. «Os trabalhadores, com uma média etária de 60 anos, precisam do dinheiro, estando alguns encontrando-se em grandes dificuldades e sem quaisquer condições para o devolver», salientou José Fernando.
A União sindical já avisou que recorrerá a todas as instâncias para que seja feita justiça a estes ex-trabalhadores.
No dia 8, a União dos Sindicatos do Distrito de Leiria contestou a decisão por considerar não haver fundamento para a devolução e aconselhou os ex-trabalhadores a não o fazer, confirmou o dirigente da união sindical, José Fernando.
Também em declarações ao Avante!, o advogado da USLeiria/CGTP-IN, Carlos Guerra, confirmou que os trabalhadores foram surpreendidos pela notificação do Tribunal Judicial de Alcobaça, de dia 19 de Dezembro, em pleno período de férias judiciais, para que, no prazo de dez dias, devolvessem os 172 mil euros que receberam por motivo da falência.
Carlos Guerra afirmou que foi a tribunal consultar o processo, mas, devido às férias, só o pode fazer no último dia do prazo estabelecido.
O montante em causa resultou numa média de 15 mil euros para cada trabalhador, e é essa quantia que lhes tem valido para enfrentarem a dura situação de desemprego. «Os trabalhadores, com uma média etária de 60 anos, precisam do dinheiro, estando alguns encontrando-se em grandes dificuldades e sem quaisquer condições para o devolver», salientou José Fernando.
A União sindical já avisou que recorrerá a todas as instâncias para que seja feita justiça a estes ex-trabalhadores.